postado em 17/09/2008 0:00 / atualizado em 17/09/2008 0:00
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, disse hoje que a votação da reforma tributária (PECs 233/08, 31/07 e 45/07) poderá favorecer a economia brasileira e fortalecer o País para enfrentar crises internacionais. Chinaglia reafirmou que espera colocar a proposta em votação ainda neste semestre, se não houver excesso de medidas provisórias trancando a pauta.
Ao comentar a crise econômica norte-americana, Chinaglia disse não acreditar que a subida do dólar e a queda no preço do petróleo possam afetar o Brasil. Ele lembrou que os analistas já previam, por exemplo, uma redução de preço do petróleo.
"As reservas cambiais, o controle da inflação, a diversificação da economia no Brasil, o recorde na safra agrícola, saldo da balança comercial, tudo isso dá uma segurança. Incluindo nessa avaliação os investimentos externos neste ano, que superaram as melhores expectativas, e a geração de emprego em agosto, que também foi um recorde desde quando se avalia essa série. Portanto, eu avalio que o Brasil está bem."
Chinaglia afirmou que, apesar da oscilação nas taxas de inflação, isso não significa que o índice continuará aumentando. O presidente da Câmara disse também que é cedo para saber qual será a extensão da crise norte-americana sobre a Europa e outras regiões. Para ele, as autoridades precisam se antecipar para que não sejam surpreendidas por problemas sérios.
Fonte: Agência Câmara Data: 17/09/2008
postado em 16/09/2008 0:00 / atualizado em 16/09/2008 0:00
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, disse hoje que a votação da reforma tributária (PECs 233/08, 31/07 e 45/07) poderá favorecer a economia brasileira e fortalecer o País para enfrentar crises internacionais. Chinaglia reafirmou que espera colocar a proposta em votação ainda neste semestre, se o excesso de medidas provisórias permitir.
Ao comentar a crise econômica norte-americana, Chinaglia disse não acreditar que a subida do dólar e a queda no preço do petróleo possam afetar o Brasil. Ele lembrou que os analistas já previam, por exemplo, uma redução de preço do petróleo.
"As reservas cambiais, o controle da inflação, a diversificação da economia no Brasil, o recorde na safra agrícola, saldo da balança comercial, tudo isso dá uma segurança. Incluindo nessa avaliação os investimentos externos neste ano, que superaram as melhores expectativas, e a geração de emprego em agosto, que também foi um recorde desde quando se avalia essa série. Portanto, eu avalio que o Brasil está bem."
Chinaglia afirmou que, apesar da oscilação nas taxas de inflação, isso não significa que o índice continuará aumentando. O presidente da Câmara disse também que é cedo para saber qual será a extensão da crise norte-americana sobre a Europa e outras regiões. Para ele, as autoridades precisam se antecipar para que não sejam surpreendidas por problemas sérios.
Fonte: Agência Câmara
Data: 16/08/2008
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