postado em 08/08/2016 16:30 / atualizado em 08/08/2016 16:41
Em entrevista à Rádio CNB neste sábado (06), Roberto Kupski, presidente da Febrafite, comentou sobre as dívidas dos municípios que superam R$ 150 bilhões da chamada dívida fundada, em que os credores são o Tesouro Nacional e bancos públicos, e a dívida com previdência social, que somadas chegam a R$ 150 bilhões.
A dívida previdenciária é estimada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) em R$ 100 bilhões de reais e atinge 4.688 municípios, o que representa 84% do total. Em 2009, essa dívida era de R$ 22 bilhões. Ou seja, em sete anos, ficou cinco vezes maior.
Isso acontece porque a dívida é corrigida pela taxa Selic – que hoje está em 14,25% ao ano – e é calculada com base em juros compostos, aqueles mesmos usados na cobrança do cartão de crédito.
Para Roberto Kupski a metodologia torna a dívida impagável. “A Selic cresceu 912% de janeiro de 1999 a dezembro de 2015. A inflação medida pela IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 208%. Cai a receita, e a taxa Selic lá em cima. Isso acaba quebrando os municípios e Estados.”
Íntegra da reportagem aqui.
Notícias Febrafite e Filiadas
A vice-presidente da FEBRAFITE, Maria Aparecida Lacerda Meloni, a Papá, participa nesta quinta-feira (29) do […]
Clipping
Os adeptos da Teologia da Libertação costumam dizer que a cabeça pensa a partir de […]
Nota pública
Carta aberta aos eleitos: a democracia precisa de um serviço público forte No Dia do […]
Copyright © 2026. Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais - FEBRAFITE - Todos os direitos reservados.