postado em 28/05/2008 0:00 / atualizado em 28/05/2008 0:00
São Paulo – O Brasil terá dificuldades para elevar os atuais níveis de crescimento econômico se não conseguir aprovar reformas importantes, como a tributária e a previdenciária. Para a diretora da Standard & Poor’s (S&P), Lisa Schineller – a mulher que ajudou a promover o país ao grau de investimento (investment grade) -, daqui para frente o maior desafio do governo é melhorar a política fiscal, atrair mais investimentos e expandir a atividade econômica.
‘Nossa avaliação é que nas condições atuais o nível de crescimento sustentável do país ficará entre 4% e 4,5%’, diz a diretora da S&P. Ela reconhece que a parte fiscal é um dos pontos mais fracos do rating do Brasil (nota de risco de crédito).
‘A relação dívida-PIB de 47% ainda é muito alta. É quase o dobro da média da categoria BBB, que é de 20% do PIB’, observa. A política do governo para resolver esse problema, segundo Schineller, é manter uma queda da dívida mais lenta. ‘Uma redução mais profunda teria impacto mais favorável no ritmo de crescimento. As reformas podem ajudar o país a ter uma economia mais forte’, acrescenta.
A nota pelo S&P ao Brasil (BBB-) é apenas o primeiro nível da escala rumo ao AAA. Ela alerta que chegar ao grupo de países considerados mais seguros não significa estar imune ao rebaixamento. Na história da S&P, nove países já perderam o grau de investimento. Em todos os casos, lembra, o rebaixamento ocorreu por causa da política fiscal, maior fragilidade do Brasil.
| Fonte: Correio do Povo |
| Data: 26/05/2008 |
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