postado em 13/04/2011 0:00 / atualizado em 13/04/2011 0:00
Para Paulo Eduardo Garrido Modesto, “é um equívoco dizer que órgãos públicos não podem ser autônomos”. Ele afirmou ter percebido que no modelo atual as instituições públicas brasileiras têm se comportado cada vez mais de maneira independente. A tendência, segundo o especialista, é que esse fator ganhe mais espaço nos governos atuais, transitórios.
“Os órgãos de controle interno e externo da administração pública não podem simplesmente serem orientados a dizer sempre não. É fundamental o papel do agente fiscalizador para que ele defenda a liberdade do gestor público”, ponderou Paulo Eduardo Garrido Modesto.
Antes de abrir espaço para os debatedores, o presidente da mesa do primeiro painel do dia, Luis Carlos Palácios, fez uma observação para arrematar a palestra de Paulo Eduardo Garrido Modesto. “Hoje inegavelmente se impera a cultura do medo. É muito mais fácil dizer não.”
Ascom Fonacate /Ary Filgueira
Publicado em 12/04/2011
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