postado em 29/08/2012 0:00 / atualizado em 29/08/2012 0:00
A equipe econômica estuda com o ministério de Minas e Energia medidas para aliviar as contas da Petrobras com um novo reajuste nos preços da gasolina, mas sem repassá-lo ao consumidor. Uma possibilidade seria reduzir tributos na distribuição do combustível, para não afetar o preço na bomba e, com isso, não pressionar a inflação. Outra hipótese é tentar trabalhar com os custos de frete e as altas margens das distribuidoras, seguindo a orientação do Planalto de reduzir o custo Brasil.
— Existe uma avenida entre o consumidor e o produtor — admitiu uma fonte da equipe econômica.
Depois de zerar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para impedir que o último reajuste concedido em junho atingisse o bolso do consumidor, o governo já não tem mais como usar esse recurso. E o repasse do reajuste é considerado um risco, já que pode pressionar a inflação.
Segundo o economista-chefe do banco ABC Brasil, Luís Otavio Leal, para cada 10% de reajuste da gasolina na bomba, o impacto é de 0,4 a 0,45 ponto percentual sobre o IPCA, índice usado nas metas de inflação do governo.
A equipe econômica considera ainda o fato de o brasileiro já pagar caro pela gasolina. Segundo ranking da Bloomberg News, o Brasil aparece em 13º lugar, com o galão de gasolina (3,78 litros) a US$ 6,92, o dobro de Rússia e EUA.
O Globo, em 29/08/2012.
Nota pública
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